Mais do mesmo
A dívida pública segue em trajetória de alta e, mantida a política fiscal atual, não vemos sinais de reversão. Estabilizá-la exige um superávit primário substancial, muito distante do déficit que o governo deve registrar neste ano e no próximo. Para manter a dívida constante no longo prazo, seria necessário um ajuste de pelo menos R$ 340 bilhões, sendo otimista, ou de R$ 475 bilhões sob hipóteses mais realistas. Em vez de enfrentar o problema, o governo amplia os gastos, as renúncias de receita e o crédito subsidiado, enquanto o Congresso avança com novas medidas de despesa.
Boletim Semanal
Nosso produto regular: cobrimos os principais desenvolvimentos da semana — política monetária, política fiscal, atividade e cenário externo —, conforme a relevância para análise do cenário macroeconômico.
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22 | 06 | 2026 Mais do mesmo
A dívida pública segue em trajetória de alta e, mantida a política fiscal atual, não vemos sinais de reversão.
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08 | 06 | 2026 Sobre montanhas e ratos
A nova rodada de tarifas americanas sobre produtos brasileiros, caso entre em vigor, deve ter um efeito macroeconômico modesto.
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25 | 05 | 2026 Na contramão
No começo do mês, o governo federal anunciou o Novo Desenrola Brasil, programa voltado para a renegociação de dívidas por meio de descontos e redução das taxas de juros.