Relatórios

Quatro produtos. Uma leitura integrada do ciclo brasileiro.

Distribuição exclusiva a clientes Português e Inglês
17 | 08 | 2026 P&S

Carga Pesada

Boletim Semanal

A atividade desacelerou mais do que o antecipado apesar de várias medidas de estímulo anunciadas para este ano, concentradas em particular na concessão de crédito. Entendemos haver duas sortes de limitações. Em primeiro lugar, o canal do crédito depende de instituições que selecionam o tomador segundo seus próprios critérios, o que torna mais difícil a concessão, em especial dada a menor participação dos bancos públicos relativamente a experiências passadas. Além disso, o comprometimento de renda recorde restringe a capacidade das famílias de assumir novas dívidas. O estoque total segue desacelerando, mesmo enquanto se estimula a concessão em um ambiente de alto endividamento, sujeito a choques no mercado de trabalho. Dessa forma, elevam-se os riscos sobre o sistema financeiro sem que o governo consiga impulsionar a atividade como pretendia.

01 · Relatório semanal

Boletim Semanal

Acompanhamento semanal do cenário

Nosso produto regular: cobrimos os principais desenvolvimentos da semana — política monetária, política fiscal, atividade e cenário externo —, conforme a relevância para análise do cenário macroeconômico.

Frequência
Semanal
Política monetária Inflação Atividade Fiscal
Ultimos relatorios
  • 17 | 08 | 2026

    A atividade desacelerou mais do que o esperado apesar dos estímulos de crédito anunciados para o ano; o canal é limitado pela seleção dos bancos e pelo comprometimento de renda recorde das famílias, o que eleva riscos ao sistema financeiro sem impulsionar a atividade como pretendido.

  • 10 | 08 | 2026

    A queda do rendimento real no segundo trimestre ocorre com o desemprego ainda perto das mínimas, refletindo forte desaceleração dos salários nominais; sem aumento da ociosidade, o risco de reversão é relevante, sustentando nossa visão de convergência da inflação cada vez mais distante.

  • 27 | 07 | 2026

    Os juros reais longos brasileiros operam em níveis elevados, em parte por fatores externos; sem sinais de consolidação fiscal e diante de risco de reeleição de Lula, vemos espaço para pressão adicional.

  • 20 | 07 | 2026

    Dados de alta frequência mostram desaceleração da atividade no segundo trimestre, ainda que com resiliência em alguns setores, refletindo o embate entre política monetária restritiva e estímulos fiscais e de crédito cujos efeitos plenos só devem aparecer no segundo semestre.

  • 06 | 07 | 2026

    Análise dos principais candidatos à presidência: Lula e Flávio Bolsonaro lideram com alta rejeição, enquanto Caiado e Zema ganham espaço como alternativa à polarização.

  • 29 | 06 | 2026

    Os dados de inflação e mercado de trabalho são insuficientes para sustentar a continuidade dos cortes da Selic; o cenário base para agosto é de pausa no ciclo de afrouxamento.

  • 22 | 06 | 2026

    A dívida pública segue em trajetória de alta e, mantida a política fiscal atual, não vemos sinais de reversão.

11 | 08 | 2026 P&S

Ciclo contínuo

Informe Especial

A Ata do Copom é, no conjunto da obra, mais dovish do que a versão relativa à reunião de junho. Ainda assim, embora esperemos que a meta para a taxa Selic termine o ano em 13,75% ao ano, isto é, 0,25 p.p. abaixo de seu patamar atual, não temos elementos para definir se tal redução já ocorrerá na próxima reunião, ou, mais provavelmente, apenas no último trimestre de 2026.

02 · Relatórios Especiais

Informe Especial

Estudos pontuais sobre o que importa

Publicação variável, dedicada a eventos específicos: decisões do Copom, divulgações fiscais, choques externos e questões de política econômica que demandem tratamento técnico mais extenso.

Frequência
Variável
Copom Política fiscal Choques externos Estrutural
Ultimos relatorios
  • 11 | 08 | 2026

    A Ata do Copom é mais dovish do que a de junho, com leitura mais benigna de atividade, mercado de trabalho e inflação; ainda vemos a Selic caindo para 13,75% ao final do ano, provavelmente no último trimestre.

  • 05 | 08 | 2026

    O Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., para 14% ao ano, em comunicado mais dovish; a convergência da inflação à meta, porém, segue empurrada para um horizonte cada vez mais distante.

  • 22 | 07 | 2026

    O Copom raramente diverge da trajetória de juros prevista pelo Focus mesmo quando as projeções de inflação do BC ficam acima da meta, evidenciando preferência por uma convergência mais lenta e maior inércia inflacionária.

  • 23 | 06 | 2026

    A Ata do Copom reconheceu a deterioração do cenário inflacionário em todas as dimensões relevantes, mas o comitê optou por continuar o ciclo de calibração e reduzir a Selic em mais 0,25 p.p.

  • 17 | 06 | 2026

    Numa reunião mais longa do que a habitual o Copom acabou decidindo por mais uma redução de 0,25 p.p. na meta para a taxa Selic, para 14,25% ao ano.

  • 08 | 06 | 2026

    A persistência de elevadas taxas de juros tem levado a propostas de aumento da meta para a inflação no Brasil, atualmente fixada em 3%.

ago. 2026 P&S

Os Sapos e o Escorpião

Fotografia

Com o déficit público nominal atingindo 10% do PIB nos 12 meses encerrados em junho, o que antes preocupava apenas economistas, parte do mercado financeiro e uns poucos políticos, transbordou para círculos maiores, chegando à arena eleitoral.

03 · Relatório Mensal

Fotografia da Economia Brasileira

Os números que definem o ciclo, organizados.

Compilamos os principais indicadores relevantes da economia brasileira — atividade, inflação, contas públicas, setor externo, mercado de trabalho e crédito — acompanhados de leitura analítica das tendências em curso.

Frequência
Periódico
Atividade Inflação Setor externo Trabalho Crédito
Ultimos relatorios
  • ago. 2026

    O déficit público nominal atinge 10% do PIB e a dívida sobe para 82% do PIB desde 2022, elevando o temor de correção de ativos caso cresça a chance de reeleição de Lula.

  • jul. 2026

    O engessamento eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro deve ser testado a partir de agosto, com o início formal da campanha e novos capítulos do caso Master.

  • jun. 2026

    Governos fracos, capturados por interesses de grupos, favoreceram o crescimento generalizado do crime organizado no Brasil e na América Latina.

  • mai. 2026

    O conflito no Oriente Médio afetou consideravelmente as condições econômicas globais e, consequentemente, também as brasileiras.

15 | 06 | 2026 P&S

Vivendo No Tempo Emprestado

Quarterly Outlook

O cenário econômico mudou bastante ao longo do segundo trimestre do ano. Muito, claro, pela profundidade e extensão da crise geopolítica no estreito de Ormuz. Se o governo norte-americano esperava uma capitulação rápida do regime iraniano, em particular depois de liquidar sua liderança, a decepção deve ter sido grande. A reação iraniana, em retrospecto óbvia, de promover o fechamento do estreito, por onde normalmente escoa cerca de 20% da oferta global de petróleo (afora fertilizantes e gás), levou a um choque de oferta considerável.

04 · Relatório Trimestral

Quarterly Outlook

Relatório trimestral de indicadores, cenário e projeções

Consolidamos trimestralmente nossa leitura da economia brasileira: editorial de cenário seguido de indicadores selecionados e projeções para atividade, inflação, juros, câmbio, contas públicas, dívida e setor externo.

Organizamos séries históricas e estimativas prospectivas, permitindo acompanhar revisões de PIB, IPCA, Selic, câmbio, resultado primário, dívida pública, balança comercial e transações correntes.

Frequência
Trimestral
PIB e atividade Inflação Selic Câmbio Fiscal e dívida Setor externo
Ultimos relatorios
  • 15 | 06 | 2026

    O cenário econômico mudou bastante ao longo do segundo trimestre do ano, muito pela profundidade e extensão da crise geopolítica no estreito de Ormuz.

  • 16 | 03 | 2026

    Embora esperemos um ciclo de afrouxamento monetário em 2026, a desaceleração da economia, marcante no segundo semestre do ano passado, ainda deverá se manifestar neste ano.

  • 15 | 12 | 2025

    A desaceleração da economia em 2025, expressa em crescimento na casa de 2,3% para este ano contra 3,4% no ano passado, deve continuar em 2026. Em nosso cenário central, a expansão do produto no ano que vem deve ficar ao redor de 1,8%, ainda refletindo o efeito da elevação da taxa

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